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Atividade econômica da Argentina cai 1,7% em agosto ante um ano antes

Indicador do Indec teve leve alta de 0,1% em relação a julho; indústria e comércio puxaram a queda anual.

Fachada e entrada das Galerías Pacífico, centro comercial em Buenos Aires.
Galerías Pacífico, em Buenos Aires, em 30 de junho de 2006. Foto de arquivo: Rodrigo Galindez/Wikimedia Commons. Imagem de contexto do comércio, sem representar as condições de agosto de 2026. CC BY 2.0. Origem.

A atividade econômica da Argentina recuou 1,7% em agosto de 2026 na comparação com agosto de 2025, segundo a estimativa mensal do Indec divulgada em 21 de outubro. Em relação a julho, houve alta de 0,1%, com ajuste sazonal.

As duas taxas usam bases diferentes: a queda compara agosto com o mesmo mês do ano anterior; a pequena alta mede a passagem de julho para agosto.

Indústria e comércio

A indústria manufatureira caiu 3,2% na comparação anual e o comércio, 3,5%. Juntos, esses setores retiraram 0,9 ponto percentual do resultado geral.

Dez setores tiveram queda e cinco cresceram. Entre os avanços, mineração subiu 11,1%; eletricidade, gás e água, 4,3%; hotéis e restaurantes, 3,1%.

Acumulado ainda positivo

De janeiro a agosto, a atividade acumulou crescimento de 1,2% sobre os mesmos oito meses de 2025. O relatório classifica os números de agosto como preliminares.

O EMAE é um indicador mensal de atividade. Seu resultado isolado não constitui uma confirmação de recessão técnica, cuja avaliação exige os dados trimestrais do PIB.

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